Viva Mix é uma modalidade de treinamento aeróbico que visa melhorar o condicionamento cardiopulmonar e aumentar o gasto calórico.
É uma modalidade dinâmica que nunca caia na rotina pois as possibilidades de variações e combinações entre os instrumentos utilizados a cada treino são muitos (esteiras, bicicletas, elípticos, fit ball, jump, step, aeróbica, slide, corda, escada, deslocamentos ...), não sendo necessário especificidades como coordenação e ritmo.
sexta-feira, 11 de maio de 2012
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Matéria do Caderno Mulher/Diário de Canoas
Olá amigos do Studio Viva+!
A matéria abaixo foi escrita pelo Personal Trainer Armando Jr Largura e foi publicada no Caderno Mulher do Diário de Canoas em 29 de março.
Boa leitura!
Alguns conceitos equivocados sobre a atividade física
Olá, as férias terminaram e é hora de retomar a atividade física tanto para quem parou apenas neste período como para aquelas que decidiram abandonar o sedentarismo e querem reduzir peso ou apenas melhorar o condicionamento físico.
Por isso,
decidi escrever sobre alguns conceitos mal-interpretados quando o assunto é
atividade física. Vamos a eles.
Treinar em
jejum pela manhã é um grande erro, pois precisamos de energia para
preservar nosso músculos, emagrecer com
qualidade e também evitar episódios de hipoglicemia (baixa taxa de glicose no
sangue).
Treinar
todos os dias e por muitas horas, além do risco de lesões, principalmente se
você for sedentária, nos dias de hoje acaba por se tornar uma tarefa difícil de
conciliar com trabalho, casa, filhos, faculdade, etc e a chance de desistir da
prática dos exercícios é muito grande. Determine uma meta real! Se você dispõe
de apenas dois dias da semana, uma hora por dia, comece assim. Torne isso um
hábito e não abra mão desse tempo.
Creditar
toda a responsabilidade do emagrecimento sobre a atividade física é um equívoco!
A reeducação alimentar é imprescindível para que seja criado um déficit calórico
adequado (queimar mais energia do que consumir) e assim emagrecer com qualidade.
E aí
reside um erro de interpretação quando o objetivo é o emagrecimento. Reduzir o
peso na balança nem sempre é sinônimo de emagrecer, pois mostra apenas que houve
uma alteração no peso corporal e não se houve uma redução da gordura corporal.
Muitas pessoas ao fazerem dietas sem orientação em conjunto ou não com a
atividade física, apresentam uma redução rápida de peso corporal, mas isso não
significa que perderam uma grande quantidade de gordura corporal. A sua redução
de peso pode ter sido motivada pela perda de massa muscular devido à dieta
inadequada, ou seja, um falso emagrecimento.
Mas se o peso reduziu, isso não é bom? Claro que não! Ao reduzir a sua
massa muscular, você também estará reduzindo o seu metabolismo e isso significa
menor gasto calórico. E para continuar perdendo peso terá que restringir ainda
mais a dieta. Por isso, a reeducação alimentar e a atividade física orientada
são muito importantes! Para que você emagreça reduzindo o seu peso de gordura e
mantendo o seu peso muscular.
quarta-feira, 28 de março de 2012
Descansar também faz parte do treinamento físico
Quem pratica atividade física com regularidade sabe que interromper o treino por um período longo prejudica os resultados obtidos com dedicação e disciplina. Por outro lado, descansar também é importante, necessário e recomendado por especialistas. Mas qual o tempo ideal para tirar férias da malhação sem perder os benefícios conquistados com os exercícios? Os educadores físicos Graça Monteiro, Eduardo Monteiro e Armando Jr. Largura respondem essa pergunta e dão dicas para quem vai ficar longe da academia.
Descansar também faz parte do treinamento físico
Interromper a malhação por um período longo prejudica o treinamento físico. Dependendo do tempo longe da atividade, o retorno pode significar recomeçar do zero. Mas uma paradinha de leve é saudável. Você não precisa se sentir culpada por não ir à academia por uma ou duas semanas, pois nesse tempo a perda fisiológica não é significativa. Problema é o afastamento por mais de três semanas. Neste caso, pernas torneadas, barriga sarada e bíceps em dia ficam ameaçados.
De acordo com os educadores físicos Graça Monteiro, Eduardo Monteiro e Armando Jr. Largura, do Studio Viva + Treinamento Especializado, uma interrupção também é importante, necessária e recomendada. Contudo, quanto mais tempo longe da atividade física, maior é a perda de tudo que foi conquistado com muito suor. Para não colocar nada em risco, a solução é aproveitar os dias de descanso, mas não ficar totalmente parada. Um passeio a pé, uma caminhada na praia, subir escadas em vez de usar o elevador, uma partida de futebol, ou qualquer outro esporte, mexe com os músculos e contribui para diminuir o acúmulo de calorias.
Eduardo lembra que períodos de descanso fazem parte do treino. “Um programa de treinamento começa com a adaptação do aluno e aumenta em intensidade ou volume, por um determinado tempo. O período de descanso faz parte do treino e possibilita a recuperação, tanto física quanto emocional”, reafirma. Graça acrescenta que o perfil e as condições físicas da pessoa, o tempo das férias e a continuidade ou não da atividade física (mesmo que de forma pouco intensa e com atividades diferenciadas do treino na academia) são levadas em consideração pelo profissional na hora de montar o programa de treinamento e ajudar o aluno a atingir ou manter seus objetivos.
Saia da rotina
Quem treina de forma contínua, normalmente, não consegue ficar muito tempo sem atividade física. O professor Armando Jr. Largura recomenda que esses alunos se dediquem a atividades diferentes nas férias da malhação. “As pessoas têm trabalho, família, faculdade, academia, então é importante mudar essa rotina”, salienta. Graça Monteiro sugere que o aluno respeite as próprias preferências e escolha algo que goste de fazer. “Uns preferem caminhar, outros correr. Outros jogar tênis ou golfe.” De acordo com ela, o importante é não ficar parado, pois o acúmulo de calorias ocorre quando se ingere mais energia do que se gasta.
Recomendação
É importante manter a regularidade da atividade física e a frequência ideal varia de acordo com os objetivos individuais. No entanto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) preconiza 30 minutos diários de exercícios para manter a saúde.
De olho nos músculos
1 Com o treino contínuo, os músculos ficam tonificados. Quando os exercícios são interrompidos, os músculos mantêm a tonificação por certo período, mas vão perdendo força e resistência gradativamente. Se a interrupção do treino durar um mês, por exemplo, no retorno o aluno tem 70% da tonicidade que tinha alcançado antes de interromper a atividade física.
2 A perda de força e resistência muscular também depende de outras variáveis, entre elas o tempo de treinamento antes das férias, a predisposição genética e a idade. Ao retomar os exercícios é importante fazer uma nova avaliação física para que o educador físico reavalie o nível do condicionamento, levando em consideração se o aluno ficou mais sedentário ou não, se cuidou da alimentação ou não.
3 Graça Monteiro faz um alerta aos portadores de patologias como diabetes e hipertensão. Quando em treinamento contínuo, essas pessoas costumam ter as dosagens dos medicamentos diminuídas por seus médicos. Quando tiram férias ou interrompem a atividade física, devem tomar o cuidado de conversar com o médico para que ele reavalie a dosagem.
Texto extraído da reportagem do Jornal Diário de Canoas - março de 2012 - caderno Mulher.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
8 motivos médicos por trás da fadiga
8 motivos médicos por trás da fadiga
por Mariana Agunzi no site http://saude.abril.com.br/edicoes/0340/medicina/motivos-medicos-fadiga-637065.shtml
O cansaço sem fim muitas vezes não é provocado por excesso de trabalho ou estresse nas alturas. Em certos casos, ele pode ser sinal de alguma pane no organismo.
Ela parece uma companheira chata que insiste em não se ausentar. Durante o dia, à noite, no trabalho e até mesmo logo após acordar, marca presença e teima em sugar as nossas energias. Estamos falando da fadiga, aquele cansaço interminável e persistente que dá a sensação de que qualquer atividade cotidiana exige um esforço sobre- humano para ser realizada.
O problema pode ser, sem dúvida, um reflexo da vida moderna. Afinal, passar horas no trânsito todos os dias, trabalhar demais e viver naquele estresse constante acaba levando ao esgotamento do corpo e da mente. Porém, existem outros casos em que a fadiga pode ser consequência de uma noite maldormida ou, mais grave ainda, sintoma de uma doença. "Muitas vezes, os pacientes se queixam de falta de energia. Mas trata-se de uma expressão muito vaga, capaz de indicar desde sonolência até depressão", analisa o neurologista Israel Roitman, especialista em medicina do sono do Hospital Israelita Albert Einstein, na capital paulista.
O fato é que a canseira exacerbada tem origem de fato no cérebro. Ele envia a todo momento impulsos elétricos para o corpo, e esses impulsos, ao chegarem aos músculos, sofrem reações químicas, resultando em energia mecânica — ou seja, nos movimentos. "A fadiga é fruto de um desequilíbrio, ou seja, quando não há harmonia entre esses estímulos", afirma Cláudio Pavanelli, fisiologista do Flamengo, no Rio de Janeiro.
É claro que ninguém está fadado a viver lutando para manter o pique em alta. Algumas mudanças no estilo de vida já ajudam a repor o gás total. Além disso, entender as causas do esgotamento é primordial para domá-lo, principalmente nos casos em que ele vem de enfermidades. Por isso, nada de desanimar: o importante é se mexer e recarregar as baterias.
A síndrome da fadiga crônica Quando o cansaço persiste por meses a fio e não tem causa definida, ele pode ganhar essa alcunha. Apesar de não ter sido completamente desvendada, os pesquisadores acreditam que a síndrome da fadiga crônica decorre de infecções e doenças autoimunes. Para contorná-la, exercícios físicos e hábitos alimentares saudáveis são essenciais.
Por que a pilha fica fraca?
1.Diabete
Como a principal marca da doença é a dificuldade de o açúcar entrar nas células, seja pela falta de produção de insulina, seja pela incapacidade desse hormônio de trabalhar, a glicose no sangue se eleva. "e a glicemia alta faz o indivíduo urinar mais, emagrecer e perder massa magra. Por isso, é comum diabéticos terem cansaço muscular", afirma Maria Ângela Zaccarelli, euroendocrinologista do Hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo.
2. Anemia
a escassez de ferro não tem como sinal único a pele pálida. a fadiga é uma de suas características predominantes. "a anemia pode causar cansaço, sono, desânimo, queda de cabelos e até mesmo falta de ar", afirma a nutricionista Roseli Ueno, da Universidade de São Paulo. Nas mulheres, é um fenômeno mais recorrente durante a menstruação, quando a perda de sangue aumenta o déficit de ferro no organismo.
3. Apneia
o popular ronco destrói a qualidade do sono do indivíduo. ele é duas vezes mais frequente nos homens do que nas mulheres e, por se distinguir pela interrupção da passagem do ar pela garganta, provoca o ruído e despertares breves durante a noite. essa insconstância durante o repouso noturno pode ter como consequência uma leseira sem hora para acabar no dia seguinte.
4. Depressão
vigor abaixo de zero é um traço de quem padece desse problema. apesar de ser uma doença de origem psíquica, a depressão mina a disposição física. "Nela, ocorre um processo inflamatório dentro dos neurônios que atrapalha seu funcionamento. e isso acaba gerando o cansaço", afirma o psiquiatra teng Chei tung, do instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.
5. Fibromialgia
essa síndrome aflora a sensibilidade para a dor. estima-se que apenas um homem a cada oito mulheres apresenta a doença, que tem raiz genética, podendo passar de mãe para filha. as dores constantes levam à debilitação. "a pessoa pode ter o sono perturbado e levantar fatigada, sem falar que a própria dor já gera indisposição", explica o reumatologista Roberto Heymann, da Sociedade Brasileira de Reumatologia.
6. Doença cardíaca
Piripaques no peito também estão na lista dos motivos por trás de uma letargia. arritmia e entupimento de artérias são alguns dos precursores da canseira exacerbada. "o coração problemático não bombeia direito o sangue para todos os órgãos. Com isso, eles tendem a entrar em falência", avisa Ricardo Pavanello, supervisor de cardiologia do Hospital do Coração de São Paulo. Sinal do perigo: uma baita fadiga
7. Distúrbios da tireoide
os hormônios tireoidianos são vitais para manter o metabolismo aceso. Uma característica comum entre o hipertireoidismo, quando a tireoide trabalha demais, e o hipotireoidismo, situação em que a glândula fica lenta, é a apatia total. "o coração bate muito rápido e o indivíduo se queixa de cansaço extremo", afirma Maria Ângela Zaccarelli.
8. infecções
além da febre, outro sinal que deve ser notado nesses casos é a diminuição, por assim dizer, da vitalidade. Seja naquela gripe passageira, seja em um quadro mais severo, como a hepatite, a pessoa fica enfraquecida, em maior ou menor grau. "é que o organismo concentra suas forças na luta contra o agente infeccioso", justifica o infectologista Plínio trabasso, da Universidade estadual de Campinas, no interior paulista. daí o esgotamento do indivíduo.
6 táticas para recarregar as baterias
Hábitos e atitudes que energizam o dia a dia
1.Checkups
Se a fadiga não vai embora, o importante é procurar auxílio de um médico. ele poderá pedir exames como hemograma, teste de glicemia, dosagem hormonal e outros mais específicos, caso do eletrocardiograma e do teste de função hepática, que ajudam a identificar o que está prejudicando a disposição.
2. Hidratação
Para quem não quer se cansar, um conselho: manter o corpo abastecido de líquidos pode ser uma tática de sucesso. "Se a pessoa não se hidratar, as células vão extrair a água da circulação. o sangue se torna mais denso e a absorção da energia também vai ser dificultada", explica o fisiologista Cláudio Pavanelli.
3. Alimentar-se regularmente
Fazer refeições a cada três horas é outro segredo para afastar a fadiga ao evitar a queda brusca das taxas de açúcar no sangue. "a maioria dos indivíduos que reclamam de falta de energia não come direito", ressalta Roseli Ueno. Proteínas, carboidratos, fibras e gorduras como o ômega-3 devem estar no cardápio.
4. Exercícios físicos
exercitar o corpo melhora a captação, o transporte e a utilização do oxigênio em nosso organismo. Coração, pulmão e músculos conseguem converter mais desse gás em energia. Por isso, deixar a preguiça de lado e mexer o corpo é um excelente começo para driblar o cansaço constante.
5. Dormir bem
Pregar os olhos por pelo menos oito horas é sinônimo de disposição. o neurologista israel Roitman dá a receita do bom sono: evitar álcool, bebidas cafeinadas e refeições pesadas; ir para a cama sempre no mesmo horário; por fim, nada de ver tv, usar o computador e se exercitar até três horas antes de dormir.
6. Atividades prazerosas
atenuar o estresse é fundamental para fugir da indisposição. e nada melhor do que fazer aquilo de que se gosta para chacoalhar a rotina. "as atividades prazerosas são estimulantes para o cérebro e para o corpo. enfim, evitam que a gente enferruje", afirma o psiquiatra teng Chei tung.
O problema pode ser, sem dúvida, um reflexo da vida moderna. Afinal, passar horas no trânsito todos os dias, trabalhar demais e viver naquele estresse constante acaba levando ao esgotamento do corpo e da mente. Porém, existem outros casos em que a fadiga pode ser consequência de uma noite maldormida ou, mais grave ainda, sintoma de uma doença. "Muitas vezes, os pacientes se queixam de falta de energia. Mas trata-se de uma expressão muito vaga, capaz de indicar desde sonolência até depressão", analisa o neurologista Israel Roitman, especialista em medicina do sono do Hospital Israelita Albert Einstein, na capital paulista.
O fato é que a canseira exacerbada tem origem de fato no cérebro. Ele envia a todo momento impulsos elétricos para o corpo, e esses impulsos, ao chegarem aos músculos, sofrem reações químicas, resultando em energia mecânica — ou seja, nos movimentos. "A fadiga é fruto de um desequilíbrio, ou seja, quando não há harmonia entre esses estímulos", afirma Cláudio Pavanelli, fisiologista do Flamengo, no Rio de Janeiro.
É claro que ninguém está fadado a viver lutando para manter o pique em alta. Algumas mudanças no estilo de vida já ajudam a repor o gás total. Além disso, entender as causas do esgotamento é primordial para domá-lo, principalmente nos casos em que ele vem de enfermidades. Por isso, nada de desanimar: o importante é se mexer e recarregar as baterias.
A síndrome da fadiga crônica Quando o cansaço persiste por meses a fio e não tem causa definida, ele pode ganhar essa alcunha. Apesar de não ter sido completamente desvendada, os pesquisadores acreditam que a síndrome da fadiga crônica decorre de infecções e doenças autoimunes. Para contorná-la, exercícios físicos e hábitos alimentares saudáveis são essenciais.
Por que a pilha fica fraca?
1.Diabete
Como a principal marca da doença é a dificuldade de o açúcar entrar nas células, seja pela falta de produção de insulina, seja pela incapacidade desse hormônio de trabalhar, a glicose no sangue se eleva. "e a glicemia alta faz o indivíduo urinar mais, emagrecer e perder massa magra. Por isso, é comum diabéticos terem cansaço muscular", afirma Maria Ângela Zaccarelli, euroendocrinologista do Hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo.
2. Anemia
a escassez de ferro não tem como sinal único a pele pálida. a fadiga é uma de suas características predominantes. "a anemia pode causar cansaço, sono, desânimo, queda de cabelos e até mesmo falta de ar", afirma a nutricionista Roseli Ueno, da Universidade de São Paulo. Nas mulheres, é um fenômeno mais recorrente durante a menstruação, quando a perda de sangue aumenta o déficit de ferro no organismo.
3. Apneia
o popular ronco destrói a qualidade do sono do indivíduo. ele é duas vezes mais frequente nos homens do que nas mulheres e, por se distinguir pela interrupção da passagem do ar pela garganta, provoca o ruído e despertares breves durante a noite. essa insconstância durante o repouso noturno pode ter como consequência uma leseira sem hora para acabar no dia seguinte.
4. Depressão
vigor abaixo de zero é um traço de quem padece desse problema. apesar de ser uma doença de origem psíquica, a depressão mina a disposição física. "Nela, ocorre um processo inflamatório dentro dos neurônios que atrapalha seu funcionamento. e isso acaba gerando o cansaço", afirma o psiquiatra teng Chei tung, do instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.
5. Fibromialgia
essa síndrome aflora a sensibilidade para a dor. estima-se que apenas um homem a cada oito mulheres apresenta a doença, que tem raiz genética, podendo passar de mãe para filha. as dores constantes levam à debilitação. "a pessoa pode ter o sono perturbado e levantar fatigada, sem falar que a própria dor já gera indisposição", explica o reumatologista Roberto Heymann, da Sociedade Brasileira de Reumatologia.
6. Doença cardíaca
Piripaques no peito também estão na lista dos motivos por trás de uma letargia. arritmia e entupimento de artérias são alguns dos precursores da canseira exacerbada. "o coração problemático não bombeia direito o sangue para todos os órgãos. Com isso, eles tendem a entrar em falência", avisa Ricardo Pavanello, supervisor de cardiologia do Hospital do Coração de São Paulo. Sinal do perigo: uma baita fadiga
7. Distúrbios da tireoide
os hormônios tireoidianos são vitais para manter o metabolismo aceso. Uma característica comum entre o hipertireoidismo, quando a tireoide trabalha demais, e o hipotireoidismo, situação em que a glândula fica lenta, é a apatia total. "o coração bate muito rápido e o indivíduo se queixa de cansaço extremo", afirma Maria Ângela Zaccarelli.
8. infecções
além da febre, outro sinal que deve ser notado nesses casos é a diminuição, por assim dizer, da vitalidade. Seja naquela gripe passageira, seja em um quadro mais severo, como a hepatite, a pessoa fica enfraquecida, em maior ou menor grau. "é que o organismo concentra suas forças na luta contra o agente infeccioso", justifica o infectologista Plínio trabasso, da Universidade estadual de Campinas, no interior paulista. daí o esgotamento do indivíduo.
6 táticas para recarregar as baterias
Hábitos e atitudes que energizam o dia a dia
1.Checkups
Se a fadiga não vai embora, o importante é procurar auxílio de um médico. ele poderá pedir exames como hemograma, teste de glicemia, dosagem hormonal e outros mais específicos, caso do eletrocardiograma e do teste de função hepática, que ajudam a identificar o que está prejudicando a disposição.
2. Hidratação
Para quem não quer se cansar, um conselho: manter o corpo abastecido de líquidos pode ser uma tática de sucesso. "Se a pessoa não se hidratar, as células vão extrair a água da circulação. o sangue se torna mais denso e a absorção da energia também vai ser dificultada", explica o fisiologista Cláudio Pavanelli.
3. Alimentar-se regularmente
Fazer refeições a cada três horas é outro segredo para afastar a fadiga ao evitar a queda brusca das taxas de açúcar no sangue. "a maioria dos indivíduos que reclamam de falta de energia não come direito", ressalta Roseli Ueno. Proteínas, carboidratos, fibras e gorduras como o ômega-3 devem estar no cardápio.
4. Exercícios físicos
exercitar o corpo melhora a captação, o transporte e a utilização do oxigênio em nosso organismo. Coração, pulmão e músculos conseguem converter mais desse gás em energia. Por isso, deixar a preguiça de lado e mexer o corpo é um excelente começo para driblar o cansaço constante.
5. Dormir bem
Pregar os olhos por pelo menos oito horas é sinônimo de disposição. o neurologista israel Roitman dá a receita do bom sono: evitar álcool, bebidas cafeinadas e refeições pesadas; ir para a cama sempre no mesmo horário; por fim, nada de ver tv, usar o computador e se exercitar até três horas antes de dormir.
6. Atividades prazerosas
atenuar o estresse é fundamental para fugir da indisposição. e nada melhor do que fazer aquilo de que se gosta para chacoalhar a rotina. "as atividades prazerosas são estimulantes para o cérebro e para o corpo. enfim, evitam que a gente enferruje", afirma o psiquiatra teng Chei tung.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Corrida é menos cansativa do que caminhada, diz estudo
Quem prometeu que em 2012 adotaria a caminhada como exercício físico pode querer reconsiderar a decisão. De acordo com novo estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, uma corrida leve é menos cansativa e mais eficiente para os músculos do que a caminhada.
Para os cientistas, correr cerca de dois metros por segundo estimula músculos no corpo. O autor do estudo, Gregory Sawicki, aponta que a descoberta mostra por que são poucas as pessoas que preferem caminhar rápido a correr. "Os músculos não trabalham de forma tão eficaz quando são usados em caminhadas, então o corpo prefere correr para conservar energia e aumentar a eficiência do exercício", aponta ele.
Os movimentos da corrida fazem com que o músculo libere mais energia e aumente o nível de estamina, isto é, resistência física.
Para medir a forma como os músculos se comportavam em diferentes movimentos, os pesquisadores usaram ultrassons, que revelaram como o músculo ligado ao tendão de Aquiles se modificava de acordo com a velocidade que os voluntários do estudo caminhavam ou corriam.
Os resultados mostraram que o músculo age como uma embreagem de carro, que permite que a pessoa possa mudar a velocidade da caminhada ou corrida.
Ele é acionado quando começamos a nos mover e é responsável por segurar uma das extremidades do tendão, enquanto a energia do corpo é transferida para tentar esticá-lo. Dessa forma, o tendão ajuda o corpo a liberar a energia e manter o movimento.
A equipe de pesquisadores notou que andar rápido faz os músculos trabalharem mais, no entanto, fornece menos energia ao corpo, o que é ineficiente, pois diminui a resistência. Já correr em uma velocidade moderada dá mais energia ao músculo.
Site Uol Notícias
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
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